SP amanheceu com paralisação de ônibus e metrô; veja o que funciona

O rodízio de carros e a cobrança de Zona Azul foram suspensos pela Prefeitura. Metrô só passou a operar parcialmente por volta das 6h30.

Moristas e cobradores de ônibus e metroviários fazem uma paralisação nesta quarta-feira (15) em São Paulo e em alguns municípios da Região Metropolitana contra as reformas trabalhista e da Previdência propostas pelo governo federal. Terminais de ônibus e estações do Metrô amanheceram vazios, vias foram bloqueadas por manifestantes e a Prefeitura acabou liberando o rodízio de carros em toda a cidade.
Confira o que funciona e o que parou:

Metrô

O que funciona normalmente: Linha 4-Amarela
O que funciona parcialmente: trechos das linhas 1-Azul (entre Ana Rosa e Luz), 2-Verde (Ana Rosa e Clínicas), 3-Vermelha (entre Marechal Deodoro e Bresser Mooca) e 5-Lilás (Capão Redondo e Adolfo Pinheiro) entraram em operação por volta das 6h30.

CPTM

O que funciona normalmente: todas as linhas do trem.

Ônibus
O que funciona: antigas lotações (veículos de empresas permissionárias) circulam normalmente.
O que parou: ônibus das 17 empresas da capital e da EMTU (regiões de Guarulhos, Alto Tietê, ABCD e na Baixada Santista) pararam das 0h até por volta das 8h. Terminais chegaram a abrir, mas estavam vazios no início do dia.

Vias bloqueadas, o que foi fechado:
Dutra - todas as faixas no sentido capital, na altura do km 229, foram fechadas às 6h e liberadas às 7h;
Régis Bittencourt - todas as faixas no km 282, em Embu das Artes, estavam ocupadas às 7h30;
Raposo Tavares - interrupção no km 17, das 7h até por volta das 9h;
Avenida das Nações Unidas, na Estrada do M'Boi Mirim, fechada por volta das 7h;
Acesso da Ligação Leste-Oeste para o Corredor Norte-Sul foi fechada das 6h às 8h40;
Ponte do Socorro, na Zona Sul - três das quatro faixas fechadas das 7h20 às 8h45.

Universidade
O que fechou: professores, funcionários e alunos fecharam a entrada principal da Universidade de São Paulo (USP), às 6h.

Reformas do governo federal
A reforma da Previdência proposta pelo governo prevê, entre outras coisas, a idade mínima de 65 anos para a aposentadoria. A gestão Temer também apresentou um projeto para mudar a legislação trabalhista. Uma das ideias é permitir que negociações coletivas se sobreponham à lei.

 

Fonte: G1


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